Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, também é um empreendedor de sucesso no ramo da aviação. Agora, aos 59 anos, ele ensina tudo que aprendeu e diz que mais importante do que ter clientes, é ter fãs do seu negócio.

Bruce sempre foi apaixonado por aviação, com sangue de um piloto herói de guerra, seu tio foi a primeira inspiração para buscar seus sonhos. Cresceu e se tornou um menino frequentemente acusado pelos professores de viver “no mundo da Lua”. Depois do seu sucesso global com a banda, ele brinca que foi justamente isso que o levou tão longe.

Com o Iron Maiden, Bruce viveu coisas inimagináveis. Teve oportunidade de viajar o mundo e fazer uma legião de fãs. Ali, conheceu a lealdade e carinho inimagináveis que essas pessoas tinham por ele e os colegas e foi assim que ele percebeu: clientes podem ir embora. Clientes podem abandonar o seu negócio. Clientes podem falar mal, mas…

Os fãs ficam

Os fãs aguentam chuva, Sol, multidões e cansaço só para ter um gostinho do que mais adoram, a banda. Então por que ter clientes se você pode ter fãs? Bruce nos ensina que é de vital importância que nós nos comportemos como estrelas no nosso negócio: os fãs devem estar em primeiro lugar. Pense em agradá-los, conquistá-los. Escute-os e faça com que eles vendam a sua marca por acreditar nela. Desta maneira, eles ficarão do seu lado para o que der e vier.

Na vida real, seria o que as pessoas hoje pensam da Netflix. Ela conseguiu inserir um valor impressionante só ouvindo o que seus usuários tem a dizer e seguindo suas dicas.

A importância da Criatividade

Outro ponto que Bruce se mostrou vital para todo o seu sucesso foi o “mosquito da criatividade”. “Nunca deixe de ouvir a sua criatividade, ela precisa incomodar como um mosquito. Escute-a! Ela te fará sempre querer mais e te levará mais longe”.

Sonhos e Persistência

Depois do Iron Maiden, Bruce sentiu que precisava manter sua cabeça ocupada. Ele temia que a vida dele havia estagnado. Com isso, acabou tendo coragem e investiu mais uma vez na sua carreira de piloto e acabou fundando uma companhia aérea.  Sem dinheiro nem aviões, ele sentiu a necessidade de se comunicar para que o negócio evoluísse.

De um pequeno bate papo em um café para o fechamento de um grande negócio, hoje ele disse que conseguiu aproveitar as oportunidades. Em diversos momentos ele precisou se adaptar e pensar diferente. Finaliza dizendo: “Nenhum plano jamais sobrevive ao primeiro impacto da vida real. Adapte, mude e principalmente JAMAIS DESISTA!”.