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A Ri Happy foi criada em 1988 pelo pediatra Ricardo Sayon e o administrador Roberto Saba. Com mais de 30 anos de história, atualmente a empresa possui mais de 200 lojas físicas espalhadas por 20 Estados e possui mais 3.000 colaboradores que atuam em diversos canais de venda.

 

Considerada a maior loja de brinquedos do Brasil, a Ri Happy em 2012 foi comprada pelo fundo de investimentos The Carlyle Group, que a uniu com a PBKids e criou-se então o Grupo Ri Happy, que inclui também uma vertente dedicada aos bebês.

 

Em março de 2020 a Ri Happy iniciou uma operação no estilo marketplace e hoje em dia soma mais de 600 mil skus.

Variedade de produtos

Apesar de ser reconhecida como um marketplace de nicho, ele hoje permite a comercialização de uma gama extensa de categorias de produtos, como por exemplo:

  • Eletrônicos;
  • Games;
  • Moda;
  • Livros;
  • Móveis;
  • E muitos outros.

Base de clientes consolidadas

Tenha em mente que, ao anunciar seus produtos na Ri Happy, eles estarão no maior site de todo o segmento. Além de todo crescimento no online, existe uma base muito bem consolidada no ambiente físico que está inclusa na multiplicidade de canais (omnicanalidade).

Além disso, seus produtos serão divulgados para a base de clientes Ri Happy e a mídia paga não tem custo para o seller.

Exigências para vender na RiHappy

  • Ter pelo menos 3 itens em estoque;
  • Ter pelo menos duas imagens por produto (recomendável três);
  • A imagem não deve conter marca d’água;
  • A imagem deve ter resolução de 1000 x 1000 pixels e estar salva em JPEG;
  • A descrição deve conter o máximo de atributos possíveis do produto como: cor, dimensões, material, indicação de idade e etc;
  • Os produtos devem possuir EAN;
  • Os títulos não devem estar em caixa alta;
  • O título não deve ser proveniente do ERP e sim da plataforma de e-commerce/Integradora

Proibido vender na RiHappy

  • Quaisquer produtos que desrespeite normas específicas;
  • Produtos ilegais;
  • Produtos pornográficos, materiais de qualquer natureza que incitem ou façam referência à pedofilia, serviços de prostituição e/ou similares.
  • Produtos sem a homologação, aprovação e registro de órgãos governamentais como, por exemplo: INMETRO e ANVISA;
  • Produtos perigosos ou que incitem a violência.