Marketplaces Last Mile: 99 Compras, iFood e Rappi: Guia Completo para Sellers

O varejo digital tem um novo campo de batalha: e ele não é medido em dias de entrega, mas sim em minutos. 

iFood, Rappi e 99 Compras representam uma modalidade diferente de marketplace: o last mile marketplace, ou marketplace de entrega ultrarrápida. A lógica aqui é outra: O consumidor não está planejando uma compra para receber amanhã, ele tem uma necessidade imediata e espera que o produto chegue em até uma hora. 

Esse modelo vem crescendo de forma acelerada no Brasil. O iFood Mercado cresceu 60% em pedidos em 2024, enquanto a 99 Compras desembarcou em São Paulo em julho de 2026 com R$ 100 milhões de investimento e 3 mil parceiros comerciais. Além disso, o Rappi segue expandindo suas categorias além do delivery de restaurantes. 

Para sellers que operam em marketplaces, entender como esse ecossistema funciona e como se conectar a ele é cada vez mais estratégico. Não para substituir os canais tradicionais, mas para cobrir uma janela de consumo que Amazon, Mercado Livre e Shopee nem sempre alcançam: a compra imediata, local e urgente. 

Neste artigo, você terá acesso a um guia completo para entender o que são os marketplaces last mile, como funcionam os três principais no Brasil, o que muda na operação de quem vende neles, e como a Plugg.To integra esses canais à sua operação multicanal.  

O que é last mile e por que virou marketplace

Last mile, ou ‘última milha’, é a etapa final da cadeia logística: o trecho entre o centro de distribuição e a porta do cliente. É assim o trecho mais curto, mas, ao mesmo tempo, o mais caro. Dados da Capgemini mostram que a última milha pode consumir entre 30% e 53% do custo total de entrega em operações de e-commerce. 

Historicamente, o last mile era um problema logístico com grandes questões: como chegar mais rápido, com menos custo e mais previsibilidade. Mas, com a popularização dos apps de delivery, ele se transformou em um modelo de negócio. 

Os marketplaces last mile usam a mesma infraestrutura de entregadores dos apps de delivery para criar um canal de varejo local: o seller deixa o produto disponível em um ponto de estoque próximo ao consumidor, e quando o pedido entra, um entregador parceiro coleta e o entrega em minutos. 

O que diferencia esse modelo dos marketplaces tradicionais: 

  • Ciclo de decisão: de dias (e-commerce tradicional) para minutos (last mile) 
  • Logística: descentralizada, baseada em entregadores parceiros e proximidade 
  • Público: consumidor com intenção imediata (57% dos usuários do 99 Compras compram itens pontuais que faltaram em casa) 
  • Categorias: supermercado, farmácia, pet shop, bebidas, conveniência (menos eletrônicos ou moda) 
  • Métrica-chave: tempo de entrega (24 minutos em farmácias do 99 Compras; mais de 80% dos pedidos do iFood entregues no mesmo dia) 

99 Compras: o mais novo entrante com R$ 100 milhões de investimento

Em julho de 2026, a 99, empresa de mobilidade com mais de 60 milhões de usuários ativos mensais no Brasil, lançou oficialmente o 99 Compras em São Paulo e mais de 20 municípios da região metropolitana. 

O movimento é parte da estratégia da 99 de se consolidar como super app: uma plataforma onde o usuário acessa corridas, delivery de comida, pagamentos e agora compras de supermercado, farmácia, pet shop e conveniência, tudo em um único app. 

Como funciona o 99 Compras para sellers

O modelo é simples: o estoque permanece com o varejista parceiro. Quando um pedido entra, um funcionário da loja faz a separação dos itens e repassa ao entregador parceiro da 99, que realiza a entrega. 

As empresas cadastradas podem escolher entre usar apenas a plataforma, mantendo seus entregadores próprios, ou delegar toda a operação logística à 99. Essa flexibilidade diferencia o modelo de concorrentes com estrutura mais fechada. 

Três modalidades de entrega estão disponíveis para o consumidor: 

  • Ultrarrápida: de 10 a 20 minutos 
  • Padrão: em até uma hora 
  • Agendada: para horários específicos escolhidos pelo cliente

Quem já está no 99 Compras

No lançamento em São Paulo, mais de 3 mil parceiros comerciais já integravam a plataforma, incluindo Americanas, Carrefour, Atacadão, Petz, Cobasi, Ultrafarma, Nissei e St. Marche. Além disso, a base de entregadores parceiros já soma mais de 200 mil cadastrados. 

Categorias com melhor desempenho

De acordo com a própria plataforma, farmácia é a categoria que mais cresce dentro do 99 Compras, o que faz sentido levando em conta que pedidos de farmácia geralmente são feitos com necessidade imediata ou rápida. Em Goiânia, a primeira cidade a receber o serviço (março de 2026), pedidos de farmácia já respondem por 28% do total. Na Grande São Paulo, a participação chegou a 22% na fase inicial, com tempo médio de entrega de 24 minutos. 

Fraldas, itens de higiene, produtos de nutrição infantil, analgésicos e preservativos lideram os pedidos da categoria. 

Perspectivas para sellers

Para pequenas e médias farmácias e mercearias que não têm estrutura própria de e-commerce, o 99 Compras entrega pronta toda a infraestrutura de tecnologia, dados e logística. Para grandes redes, é um canal adicional de presença digital, com acesso à base massiva de usuários do app. 

O valor mínimo de pedido varia conforme o porte do parceiro (em torno de R$ 30 para supermercados), pensado para garantir margem operacional ao lojista, não apenas à plataforma. 

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iFood Marketplace: o canal mais consolidado do last mile brasileiro

O iFood passou, nos últimos anos, de plataforma de delivery de restaurantes para o maior marketplace last mile do Brasil. Em 2024, o iFood Mercado cresceu 60% em pedidos, com Shopping avançando 165%, farmácias 78% e supermercados e pet 66%. A expansão saiu definitivamente dos restaurantes. 

Com mais de 55 milhões de usuários ativos e o Clube iFood com 11 milhões de assinantes (que compram 70% mais frequentemente que usuários comuns), o iFood oferece uma audiência com altíssima recorrência, e isso muda a lógica de operação para quem vende lá.

Como funciona o modelo de marketplace do iFood

O iFood atua como um facilitador de vendas e entregas: O seller cria sua loja dentro do app, gerencia catálogo, preços e promoções, e o iFood distribui a demanda. O algoritmo prioriza proximidade, taxa de aceitação, tempo de preparo e avaliação. Ou seja: a operação define a visibilidade, não apenas os anúncios. 

A logística opera em dois modelos principais: 

  • Modelo Marketplace (61% dos pedidos): o próprio estabelecimento realiza a entrega e define taxa e SLA 
  • Modelo Entrega Parceira (39%): o iFood assume a orquestração logística, alocando entregadores e definindo prazo e preço 

Quem pode vender no iFood Marketplace

Ao contrário do que muitos ainda pensam, o iFood não é exclusivo para restaurantes. A plataforma funciona como marketplace completo de delivery local, aberto a: 

  • Farmácias e drogarias: itens OTC (‘Over The Counter’ – Sobre o Balcão), higiene e conveniência com entrega em até 60 minutos 
  • Mercados e mercearias: cestas rápidas, reposição emergencial e ticket crescente 
  • Pet shops: ração, areia e itens de uso contínuo com alta recorrência 
  • Lojas de bebidas e conveniência: consumo imediato e picos noturnos 
  • Beleza e cuidados pessoais: itens básicos de uso rápido 
  • Padarias e confeitarias: café da manhã, doces, salgados e lanches 

O padrão que une todas as categorias bem-sucedidas: alto giro, necessidade imediata e baixo atrito de decisão. 

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Planos e taxas do iFood

O iFood oferece dois planos para parceiros: 

  • Plano Básico (entrega própria): ~12% de comissão sobre pedidos + 3,2% sobre pagamentos online + mensalidade condicional ao faturamento. Ideal para quem já tem estrutura logística e quer controle sobre margem e experiência. 
  • Plano Entrega (full service do iFood): ~23% de comissão + 3,2% sobre pagamentos online + mensalidade condicional. Inclui rastreamento, gestão de entregadores, definição de prazo e suporte até a conclusão da entrega. Indicado para quem quer delegar a logística e escalar cobertura. 

Como é possível notar, a decisão entre os modelos não deve ser só financeira: envolve densidade de pedidos, capacidade logística, região e estratégia de crescimento. Sellers que tratam essa escolha como parte do desenho operacional (e não apenas como custo) conseguem equilibrar escala e margem dentro do canal. 

O que determina visibilidade no iFood

No iFood, a visibilidade é consequência de execução, não apenas de investimento em mídia. O algoritmo mede continuamente: 

  • Tempo de preparo e expedição 
  • Taxa de aceitação de pedidos 
  • Cancelamentos e rupturas 
  • Avaliação do cliente 

Operações com SLA consistente ganham mais exposição de forma orgânica. Pequenas oscilações ao longo do dia, como falta de estoque, atraso na separação ou recusa de pedido derrubam o ranking e a recuperação pode levar dias. 

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Rappi: o marketplace last mile com foco em super app e varejo ampliado

O Rappi opera no Brasil com um modelo similar ao iFood, mas com alguns diferenciais de estrutura e estratégia. A plataforma se posiciona como um marketplace completo de delivery, cobrindo desde restaurantes até moda, tecnologia, beleza e e-commerce em geral. 

Como funciona o Rappi para sellers

O Rappi divide seus sellers em categorias distintas com fluxos de cadastro específicos: 

  • Mercados: alimentação, farmácia, bebidas e pet 
  • E-commerce: moda, casa, tecnologia, beleza e presentes 
  • Restaurantes: delivery de comida pronta 
  • Turbo: modelo de fornecedor para escalar vendas em volume 

O cadastro é gratuito e a plataforma cobra um percentual sobre o uso da plataforma, variável conforme a categoria e o modelo de entrega escolhido. 

Ferramentas para gestão da operação no Rappi

A plataforma ‘Minha Loja’ do Rappi centraliza a gestão do seller: horário de funcionamento, catálogo, preços, disponibilidade de produtos, promoções e campanhas personalizadas. Os pagamentos são acompanhados em painel dedicado, e há canal de suporte integrado. 

Para quem é marketplace ou e-commerce, o Rappi oferece um fluxo de cadastro em 5 etapas: dados pessoais e legais, criação de pontos de venda, assinatura de contrato, cadastro de produtos e ativação da loja.

Posicionamento no mercado

O Rappi compete diretamente com o iFood em entrega de restaurantes e, de forma crescente, no varejo local. A diferença de posicionamento está na amplitude de categoriaso Rappi inclui moda e tecnologia, que estão fora do escopo tradicional do iFood, e na estratégia de super app, semelhante à 99.

Os desafios operacionais dos marketplaces last mile para sellers

Vender em marketplaces last mile não é só abrir mais um canal. É operar em um ambiente onde cada minuto conta, os erros têm impacto público imediato (avaliação no app) e a concorrência está literalmente a metros de distância. 

Estoque local e prevenção de ruptura

Diferente de marketplaces nacionais, onde o estoque pode estar em um CD distante, no last mile a mercadoria precisa estar perto do cliente. Ruptura de estoque não gera apenas perda de venda: gera cancelamento, queda de avaliação e perda de posicionamento no algoritmo. 

O controle de estoque precisa ser em tempo real. Se o produto aparece disponível no app mas não está na loja, o seller cancela o pedido, e isso penaliza a conta de forma proporcional ao volume de cancelamentos. 

SLA de separação e entrega

No iFood, o tempo de preparo é um dos principais fatores de ranqueamento. No 99 Compras, o algoritmo de roteirização foi ajustado para calibrar o momento exato de chamar o entregador: nem cedo demais (o produto fica esperando) nem tarde demais (o cliente espera na porta). 

Para o seller, isso significa que o processo de separação precisa ser padronizado, com equipe treinada e fluxo definido, especialmente em picos de demanda como fim de tarde e fins de semana. 

Gestão multicanal sem conflito de estoque

A grande maioria dos sellers que entra em canais last mile já vende em outros marketplaces, como a Amazon, o Mercado Livre, a Shopee, ou uma loja própria. O risco mais comum é vender o mesmo produto em dois canais ao mesmo tempo sem estoque suficiente para ambos. 

Sem sincronização automática de estoque entre canais, uma venda no iFood pode gerar ruptura no Mercado Livre, ou vice-versa. Em alta escala, esse problema se multiplica e corrói métricas em todos os canais ao mesmo tempo.

Competição local e sensibilidade a preço

No last mile, o consumidor compara opções próximas em segundos. Um concorrente a 10 minutos de distância mais rápido tende a capturar a demanda, mesmo com preço semelhante. Isso reduz a vantagem de branding e aumenta o peso de logística, sortimento e SLA. 

Por conta disso, a precificação também precisa considerar o custo logístico por canal. Comissão do marketplace, taxa de entrega e necessidade de cupons entram na conta, e o que funciona como preço no Mercado Livre pode gerar margem negativa no iFood se calculado da mesma forma. 

Como a Plugg.To integra sua operação nos marketplaces last mile

Operar em marketplaces last mile ao lado de canais nacionais como Amazon e Mercado Livre cria uma necessidade clara: visibilidade centralizada de estoque, pedidos e métricas em tempo real, para todos os canais ao mesmo tempo. 

É exatamente aqui que um hub de integração como a Plugg.To muda o jogo.

Sincronização de estoque em tempo real

Quando uma venda ocorre no iFood, o estoque é atualizado automaticamente em todos os outros canais conectados à Plugg.To, como Amazon, Mercado Livre, Shopee, loja própria. Sem planilhas, sem precisar de atualizações manuais e, principalmente, sem risco de vender o que não tem. 

Essa sincronização é especialmente crítica nos canais last mile, onde a ruptura de estoque tem impacto imediato em posicionamento e reputação, e onde o volume de pedidos pode variar de forma imprevisível ao longo do dia.

Gestão centralizada de pedidos

Com a Plugg.To integrada, pedidos do iFood, do 99 Compras e dos outros canais chegam em um único painel. O time de operações trabalha em um único fluxo, com visibilidade completa de todos os canais em um só lugar, sem precisar acessar múltiplos painéis separadamente. 

Isso reduz erros, acelera o processamento e mantém as métricas de SLA que os algoritmos dos marketplaces usam para definir posicionamento. 

Integrações de logística

Plugg.To conecta a operação de fulfillment com as principais soluções logísticas do mercado, permitindo que o seller configure regras de despacho por canal, por região e por tipo de produtosem precisar operacionalizar cada integração separadamente.

Comparativo: 99 Compras, iFood e Rappi para sellers

Cada canal tem sua lógica, seu público e suas exigências. A tabela abaixo resume os principais pontos para quem está avaliando entrar: 

99 Compras:

  • Lançamento: julho 2026 em SP e região metropolitana 
  • Base de usuários: 60 milhões de usuários ativos do app 99 
  • Categorias: supermercado, farmácia, pet, bebidas, beleza, floricultura, brinquedos 
  • Modelo de entrega: própria ou delegada à 99 
  • Destaques: farmácia representa 22-28% dos pedidos; entrega média de 24 minutos nessa categoria 
  • Diferencial: integração ao super app com mobilidade, food e pagamentos 

iFood Marketplace:

  • Canal mais consolidado do last mile brasileiro 
  • Base: 55 milhões de usuários ativos; Clube iFood com 11 milhões de assinantes 
  • Categorias: restaurantes, mercado, farmácia, pet, beleza, bebidas, flores 
  • Modelo de entrega: própria (Plano Básico, ~12% comissão) ou iFood (Plano Entrega, ~23%) 
  • Destaques: 80%+ dos pedidos de mercado entregues no mesmo dia; crescimento de 60% em 2024 
  • Diferencial: algoritmo que favorece performance operacional; base com alta recorrência 

Rappi:

  • Abrangência: restaurantes + varejo local + e-commerce (moda, tecnologia, beleza) 
  • Cadastro gratuito; comissão variável por categoria 
  • Modelo: seller gerencia catálogo via Minha Loja; entrega própria ou Rappi 
  • Diferencial: categorias mais amplas, incluindo e-commerce além do consumo imediato 
  • Posicionamento: super app com foco em conveniência urbana 

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Plugg.To conecta iFood, 99 Compras e os outros marketplaces da sua operação em um único painel, com sincronização de estoque em tempo real, pedidos centralizados e integrações logísticas prontas. 

Perguntas frequentes sobre marketplaces last mile

O que é um marketplace last mile?

Marketplace last mile é uma plataforma de vendas online que se diferencia dos marketplaces tradicionais pelo modelo logístico: em vez de entregas em dias (D+1, D+2), o foco é na entrega ultrarrápida, geralmente em até uma hora. iFood, 99 Compras e Rappi são os principais exemplos no Brasil. O seller mantém o estoque localmente, e a plataforma orquestra entregadores parceiros para cobrir o 'último trecho' da cadeia logística.

O que é o 99 Compras e como funciona para sellers?

O 99 Compras é o serviço de entregas rápidas do super app 99, plataforma com mais de 60 milhões de usuários ativos no Brasil. Lançado em São Paulo em julho de 2026 com R$ 100 milhões de investimento, o serviço conecta varejistas (supermercados, farmácias, pet shops, bebidas, beleza) a consumidores com entrega em até uma hora. O estoque permanece com o varejista; a separação é feita por funcionários da loja e a entrega por entregadores parceiros da 99. Sellers podem usar entregadores próprios ou delegar a logística à plataforma.

Quem pode vender no iFood Marketplace além de restaurantes?

O iFood Marketplace é aberto a farmácias e drogarias, mercados e mercearias, pet shops, lojas de bebidas e conveniência, padarias e confeitarias, e categorias de beleza. O requisito comum é ter produto com alta rotatividade, necessidade imediata do consumidor e capacidade de entregar em janelas curtas (menos de 60 minutos na maioria das categorias). Farmácias foram a categoria de maior expansão no canal, com crescimento de mais de 500 vezes desde o lançamento da vertical.

Quais as taxas para vender no iFood?

O iFood oferece dois planos. O Plano Básico (entrega própria) cobra aproximadamente 12% de comissão sobre pedidos + 3,2% sobre pagamentos online + mensalidade condicional ao faturamento. O Plano Entrega (logística do iFood) cobra cerca de 23% de comissão + 3,2% sobre pagamentos + mensalidade. Os valores são referência e podem variar por categoria e região. Consulte sempre os termos atualizados no portal do parceiro.

Como o iFood define a visibilidade dos vendedores no app?

O algoritmo do iFood prioriza sellers com base em quatro critérios principais: tempo de preparo e expedição, taxa de aceitação de pedidos, histórico de cancelamentos e avaliação dos clientes. Quanto mais consistente a performance operacional, maior a visibilidade orgânica no app. Investimento em promoções e campanhas ajuda, mas não substitui a execução: um seller com SLA ruim terá desempenho limitado mesmo com alto investimento em mídia interna.

Como integrar iFood e 99 Compras com outros marketplaces sem conflito de estoque?

O principal risco de operar em canais last mile ao lado de marketplaces nacionais é a ruptura de estoque cruzada, ou seja, vender o mesmo produto em dois canais sem estoque suficiente para ambos. A solução é um hub de integração com sincronização de estoque em tempo real. A Plugg.To conecta iFood e os outros marketplaces em um único painel, atualizando automaticamente o estoque em todos os canais a cada venda, eliminando o risco de overselling e mantendo as métricas de performance de cada plataforma.

O Rappi é indicado para quem vende fora de food e conveniência?

Sim. O Rappi tem um escopo de categorias mais amplo que o iFood, incluindo e-commerce em geral: moda, tecnologia, beleza, casa e presentes. Para sellers que querem testar entrega rápida em categorias além de supermercado e farmácia, o Rappi oferece uma estrutura de cadastro por tipo de negócio (Mercados, E-commerce, Restaurantes e Turbo para volume). O cadastro é gratuito e a comissão varia conforme a categoria.

O last mile marketplace substitui os marketplaces tradicionais?

Não, ele complementa. iFood, 99 Compras e Rappi cobrem uma janela de consumo que Amazon, Mercado Livre e Shopee geralmente não alcançam: a compra imediata, local e urgente. A estratégia mais eficiente para sellers é tratar os canais como complementares: marketplaces nacionais para escala e descoberta, canais last mile para consumo recorrente e urgente. Um hub de integração como a Plugg.To permite gerenciar essa operação multicanal em um único painel.

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