O QUE É GTIN, EAN E SKU?

O que é GTIN?

Assim como as pessoas precisam de um passaporte para circular em vários lugares do mundo, no varejo as mercadorias precisam de uma identificação para serem comercializadas, o código GTIN carrega todos os dados necessários para a venda de produtos em uma escala global.

O GTIN, Global Trade Item Number ou em tradução livre Número global do item é um código identificador a nível global, que é utilizado em produtos e serviços que podem ser: precificado, faturado ou pedido em qualquer estágio da cadeia de produção.

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O código GTIN rastreia o que?

A sequência numérica do código GTIN rastreia todo o processo de produção de um produto, indo desde as matérias primas utilizadas até os lotes de distribuição. Esse controle garante muito mais segurança em todo processo, além de servir como garantia sobre a originalidade de um item.

GTIN é igual ao EAN?

O GTIN veio para substituir o EAN, porém o código de barras de 13 dígitos não caiu em desuso, ele agora faz parte de um dos quatro tipos de códigos GTINs existentes.

O EAN, no entanto, é o código Europeu e não é aceito em alguns países como: Canadá e Estados Unidos.

TIPOS DE GTIN

Existem quatro tipos de códigos GTIN, e sua utilização varia de acordo com a aplicação do código

GTIN - 8

Mais utilizado em embalagens como pouco espaço para a impressão e identifica através da sequência de números as informações: país do produto, referência do produto e dígito do controle.

GTIN - 12

O código com 12 números foi criado nos Estados Unidos com o objetivo de identificar os pontos do varejo, porém com o passar do tempo ele foi mais utilizado na indústria.

GTIN - 13

Popular no Brasil pelo termo EAN, o GTIN-13 é licenciado pela GS1 Brasil, companhia responsável pela criação de códigos GTIN no país.

GTIN - 14

Já o GTIN de catorze dígitos é mais utilizado para operações logísticas, e deve ser impresso diretamente na embalagem de transporte, uma vez que não pode ser utilizado para identificar a origem do produto.

É obrigatório utilizar o GTIN?

São raras as exceções de marketplaces que não possuem o código GTIN/EAN como exigência.

O código garante a rastreabilidade e a padronização do produto.

Notas fiscais também exigem o código de barras

Desde 2011 as NFes já exigem a inserção de código de barras nas notas fiscais emitidas. A emissão de notas fiscais inclusive é obrigatória para muitos marketplaces, o que reforça mais uma vez a necessidade de preenchimento dessa informação.

Como criar um GTIN?

O código GTIN não pode ser criado de forma manual, como SKU, se você for fabricante sua empresa precisa se filiar a GS1 Brasil.

Se você adquire seus produtos de um fornecedor basta requisitar o código de barras, EAN ou GTIN, nomes popularmente conhecidos para identificar o código.

Posso usar o GTIN como SKU?

Muitos lojistas aproveitam o código GTIN para a criação de SKUS, porém a prática não é assertiva, uma vez que ambos os códigos possuem estruturas diferentes.

O Código SKU é feito a partir das especificações do produto, como: nome, marca e atributos.

Já os códigos GTIN variam de acordo com o país de importação e aplicação.

Desvantagens de utilizar o GTIN como SKU

O principal benefício do código SKU é a sua estrutura visual, que torna muito mais fácil a identificação do produto, e o controle de estoque, uma vez que o SKU é utilizado para a sincronização de estoque entre plataformas.

Mantenha o seu cadastro completo e boas vendas!

Além de ser obrigatório nos marketplaces, o código GTIN também ajuda no enriquecimento do cadastro do seu produto, uma vez que através do match das informações o seu anúncio pode ser encontrado mais facilmente.

Para quem compra online, o GTIN também transmite segurança, já que o código carrega todas as informações sobre o produto, desde sua origem e matéria prima.

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